Nesta nova edição, as manchetes são: - As leis são para todos? - Os Estados Unidos de Israel - Resistência Iraquiana - eventos da semana
Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 73), tratando da Guerra do Líbano de 1982.
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o Fórum de Discussão do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo: http://www.orientemediovivo.com.br/forum
Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.
Para qualquer outra informação, sugestão, crítica ou comentários, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail: contato@orientemediovivo.com.br
A Avaaz está lançando essa semana uma grande
campanha de anúncios e
mensagens de texto dentro do Iraque para trazer as vozes iraquianas pra
essa reunião. Como cidadãos do mundo, vamos
unir nossas vozes às deles para acabar com essa
guerra – assine a petição pedindo uma
negociação e a retirada das tropas americanas:
Para garantir que nós seremos ouvidos,
vamos entregar nossa petição em mãos
para os líderes presentes no encontro em Sharm el-Sheikh dia
3 de maio,
e projetar as mensagens dos iraquianos em um edifício perto
do Capitólio em Washington.
Milhares de membros iraquianos da Avaaz apoiaram nosso plano
por negociações, empoderamento de um mediador
internacional e uma
retirada responsável das tropas americanas. Por
favor leia abaixo o e-mail pessoal do Khalid, um membro iraquiano.
Khalid e nossos outros membros iraquianos precisam ver de
nós uma
demonstração de apoio global. Essa campanha
já foi apoiada por 75.000
pessoas assim como peritos internacionais. Vamos juntar uma voz massiva
e unida de iraquianos e pessoas de todo o mundo para dizer aos
líderes
globais tomarem a decisão certa pro Iraque:
Com milhares de mortos e mais de 4 milhões de refugiados,
somente criticando o governo americano não é o
suficiente. Agora é
nossa a responsabilidade de salvar o Iraque e a única
solução é uma
solução política.
Khalid Jarrar e sua mãe Faiza tem sido incríveis
apoiadores
da campanha da Avaaz no Iraque. Pedimos para o Khalid escrever uma
mensagem para os membros da Avaaz e foi esse email que ele nos mandou
ontem:
tá certo:)
Sinta-se a vontade de editar se estiver muito longo.
E só pra vocês saberem, eu não sou
dramático, isso foi escrito de verdade e as
lágrimas nos meus olhos são testemunha...
Querida Avaaz,
Eu quero me apresentar e contar uma história, mas eu
não sei por onde começar nem onde terminar.
Meu nome é Khalid, sou um estudante de engenharia ambiental
e
tenho 24 anos. Mas isso é o menos importante sobre mim, o
que realmente
é importante é dizer que eu sou iraquiano e que
tenho um profundo,
profundo machucado na minha alma que está sangrando
há anos.
Iraque, minha alma, está sangrando. Eu tive que deixar meu
país contra minha vontade por causa da terrível
situação de segurança
que estamos enfrentando que acarretou no meu seqüestro. Minha
família
teve que pagar um resgate muito alto, o que me fez deixar meu
país
imediatamente depois de ser liberado, por medo de ser
seqüestrado
novamente. Eu deixei o Iraque um mês antes da minha formatura
e tive
que me mudar para Jordânia. Perdi dois anos da universidade e
da minha
vida, mas o que é pior, perdi a companhia dos rios Tigres e
Eufrates.
Eu tive que viajar deixando o Iraque pra trás para viver
como um
refugiado, um entre milhões de outros refugiados em um
país com menos
de 5 milhões de habitantes que já tem seus
problemas financeiros sem
precisar desse peso a mais. Eu sou um refugiado iraquiano na
Jordânia.
Desde que eu saí do Iraque em julho de 2005 as coisas tem se
deteriorado cada vez mais em cada aspecto possível da vida
diária – as
pessoas não tem nem 1 hora de eletricidade
diária, elas tem problemas
de água, tem problemas regulares de gás - que
aumentou de preço 20
vezes desde o começo da guerra. Isso sem falar no maior
problema que é
a presença de uma ocupação militar que
está acabando com o país e
destruindo seu povo, a união, a soberania, a infra-estrutura
e a
economia.
O Iraque é uma mãe carinhosa que deu à
luz pensadores e
construtores, pessoas que enriqueceram a humanidade com suas
contribuições para todos os aspectos da vida,
pessoas que essa
civilização acumulou por mais de 7.000 anos
até agora.
Iraque, a sabedoria nobre, a terra de dois abundantes rios,
terra de mesquitas e igrejas, esse Iraque está crise e
precisa da sua
ajuda.
Sim, da sua ajuda.
O Iraque precisa do apoio do mundo, de todo os seres humanos
que acreditam nos valores de justiça e paz, de todas as
pessoas que se
preocupam com como serão lembrados na história em
um momento em que o
Iraque mais precisou de seu apoio. O Iraque precisa da sua voz, para
apoiar a voz de seu povo, para ajudar a remover as
injustiças, para
ajudá-lo a se erguer e novamente caminhar com seus
próprios pés.
Nos ajude a demandar que o Iraque seja devolvido aos
iraquianos, e provar para as futuras gerações que
ocupações militares
não devem durar, elas são erradas e a
força do povo é indestrutível.
Nos ajude a deixar claro que nossos corações e
mentes, nossos valores e
senso de justiça são mais fortes que qualquer
tanque, navio ou foguete.
Nos ajude assinando a petição da Avaaz que
será apresentada aos
políticos que discutirão o futuro da
segurança do Iraque. Peça para
seus amigos apoiarem essa campanha, vamos fazer nossas vozes mais altas
que o barulho das armas e a loucura da ganância. Nos ajude a
assinar a
petição da Avaaz agora, façamos ouvir
nossas vozes. Assim, quando o
ultimo soldado da ocupação for embora do Iraque e
quando reconstruirmos
nosso país com nossas próprias mãos,
nós o receberemos em Bagdá e você
verá o amor e gratidão trazida por nada mais que
a hospitalidade
iraquiana. Juntos podemos mostrar que nossos laços
são fortes, juntos
podemos provar que nossa força é real, e eu posso
ver esse dia chegando
em breve.
Khalid
Clique abaixo para se unir ao Khalid dizendo que os líderes
americanos, iraquianos e internacionais precisam fazer a coisa certa no
Iraque:
Avaaz é uma organização global com
quase 1 milhão de membros
em todo o mundo. Nosso objetivo é fazer uso da tecnologia e
da internet
para fazer os valores e visões da opinião
pública ouvida por tomadores
de decisões chave em assuntos de importância
global.
Criminal de Guerra
Bushista, Pirata do Banco Mundial Fracasso
Olímpico, Paul Wolfowitz
o FDP Wolfie Wolfowitz
Caros amigos,
O presidente do Banco
Mundial escolhido a dedo pelo George Bush foi exposto em um
escándalo de corrupção. Clique
aqui para dizer para o conselho do Banco Mundial demitir
Paul Wolfowitz.
Vamos
enviar a petição para a média
internacional e para o conselho do
Banco Mundial assim que tivermos 50.000 assinaturas. Uma
mobilização
grande pode forçar a atenção do mundo
e acabar com a carreira do
Wolfowitz no Banco Mundial.
Essa
manhã Paul Wolfowitz “ o arquiteto chave
do Bush para a guerra no
Iraque e agora presidente do Banco Mundial que se auto-proclama
combatente da corrupção“ foi pego ele
mesmo em um escádalo de
corrupção. Ele aumentou discaradamente o
salário da sua namorada e
escondeu os fatos da organização e do mundo.
Agora é hora dele sair.
O
conselho do Banco Mundial composto de países de
todo o munda
está agora mesmo decidindo se o Wolfowitz deve ou
não manter seu emprego.
Uma resposta imediata e massiva do mundo pode fazer a
diferença. Nossa
petição tem trés palavras: "Demita
Paul Wolfowitz"�. Assine ela
aqui:
Quando
o Paul Wolfowitz era um oficial sénior no Departamento de
Defesa do
Presidente Bush ele era um dos que mais apoiavam a guerra no Iraque.
Quando a guerra se tornou um fiasco em vez de demitir o Wolfowitz o
Bush o promoveu a presidente do Banco Mundial. No Banco ele jurou fazer
da corrupção seu principal assunto.
Porém ele alienou o mundo ao
empacar pacotes assistenciais à Í�ndia,
Quénia e outros países sem
consultar o conselho executivo do Banco.
Com ele a coisa é: faça o que eu digo,
não faça o que eu faço.
A
namorada do Wolfowitz era uma funcionária sénior
do Banco Mundial.
Quando ele se tornou presidente o código de ética
do Banco o impediu
de té-la sob sua supervisão. Ele portanto a
transferiu para o
Departamento do Estado dos EUA, más a manteve na folha de
pagamento
do Banco Mundial e deu a ela um aumento de US$60.000! O
salário dela
aumentou para US$193.590 - mais alto que o da Condoleezza Rice. E tem
mais, ele ainda tentou esconder a sujeira em baixo do tapete.
A
luta contra a corrupção é a chave para
acabar com a pobreza. Mas
não pode haver um padrão para os ricos e
poderosos e outro para o
resto. Isso é hipocrisia.
Os 24 membros do conselho do
Banco Mundial, que descobriram a corrupção do
Wolfowitz através de
uma investigação especial, agora vão
decidir seu destino. O Bush
provavelmente vai mexer seus pauzinhos para que o Wolfowitz mantenha
seu emprego. É hora da opinião pública
colocar o seu peso ao que
significa que depende de você.
Clique aqui para assinar a petição, e depois
mande esse email para 10 amigos:
Wolfowitz
disse que a guerra no Iraque ia espalhar a democracia, mas em vez disso
são aumentou o conflito. Ele prometeu lutar contra a
corrupção, mas
ele mesmo se envolveu nela.
Ele fala muito sobre responsabilidade. Agora é hora de
cobrarmos responsabilidade dele.
Com esperança,
Ben, Ricken, Hannah, Galit, Lee-Sean, Tom e toda a equipe da Avaaz.
Dia 31 Março 2007, Cariocas e Paulistas Concordam:
Xó, Bush! Xó! [ recebimos o
seguinte da lista boicotebush@yahoogrupos.com.br ] http://br.groups.yahoo.com/group/boicotebush
2 de abril de 2007
Olá a todos!
Está publicada a Edição nº 50
do jornal 'Oriente Médio Vivo'.
Nesta nova edição, as manchetes são:
- A volta do Partido Ba'ath
- Limpeza cultural israelense
- Resistência Iraquiana - eventos da semana
E é claro, a continuação da
História dos Conflitos (Parte 50), tratando
dos Acordos de Camp David (1978).
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o
novo Fórum de
Discussão do Oriente Médio Vivo, no
endereço abaixo:
http://www.orientemediovivo.com.br/forum
Agradecemos desde já pelo interesse e
atenção.
Para qualquer outra informação,
sugestão, crítica ou comentários,
não
hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br
Limpeza cultural israelense A maior guerra de Israel
não é armada
O governo israelense está trabalhando em uma campanha de
limpeza cultural na Palestina. Pela primeira vez desde que Israel
tomou posse da Velha Jerusalém, há cerca de
quatro décadas,
serão construídos novos assentamentos judaicos na
parte
muçulmana da cidade. O plano faz parte de uma campanha de
apropriação de novas terras liderado por grupos
sionistas, em uma
tentativa de mudar o caráter étnico e
físico dos bairros árabes mais
antigos da cidade.
O projeto, chamado de “Portão das
Flores”, envolve a construção de
mais de 20 novos apartamentos para expandir uma área que hoje
abriga apenas duas famílias judaicas. Também
será construída uma
nova sinagoga que irá alterar o zoneamento urbano da Cidade
Velha, afim de anular o seu contexto histórico. O governo
israelense
financia tais projetos, que são de interesse dos colonos
sionistas,
com a intenção de facilitar a
apropriação do vale conhecido como
“Bacia Sagrada”, em um futuro acordo de paz com os
palestinos.
A Cidade Velha é dividida em quatro regiões
– Armênia, Cristã,
Judaica e Muçulmana – que contém alguns
dos locais mais
sagrados para o Islam, o Cristianismo e o Judaísmo. Apesar
disso,
a “judaização” da cidade
impede o acesso aos locais santos, o qual,
entretanto, é um princípio comum a todos os
textos internacionais
desde o Tratado de Berlim (1885). “Já faz anos que
os muçulmanos
e os cristãos da Cisjordânia não
têm mais acesso à Al-Aqsa ou ao
Santo Sepulcro”, protesta o diretor do Waqf, o corpo
administrativo
responsável pela mesquita de Al-Aqsa, Adnan al-Husseini.
“Não me
atrevo sequer a imaginar o que aconteceria caso os loucos que
sonham ‘reconstruir o Templo’ danificassem as
nossas mesquitas”,
disse Al-Husseini, com relação às
recentes “escavações
arqueológicas” na região de Al-Aqsa, o
terceiro local mais sagrado
do Islam. A recente agressão israelense recebeu
condenação
mundial, e acentuou a crise na região.
A estratégia israelense de expandir a presença
judaica na Cidade
Velha esteve fora das manchetes da mídia ocidental desde
1992,
após uma comissão estatal israelense ter
descoberto que agências
do governo estavam desviando verbas públicas para
organizações
privadas sionistas. A limpeza cultural da Palestina saiu dos
holofotes, mas não deixou de acontecer. O palestino Nasser
Karain,
de 63 anos de idade, que tem sua casa em meio às terras
destinadas à campanha israelense de
apropriação, afirmou que
seus vizinhos judeus, os quais os filhos são escoltados
todos os
dias por guardas armados para ir à escola, lhe ofereceram
propostas milionárias para a compra de suas terras.
“Eu não quero
ninguém aqui além da minha
família”, disse ele, se referindo à casa
que herdou de seu pai.
Os judeus da Cidade Velha,
todos vivendo na região judaica,
somam 9% dos 35 mil
habitantes da área. Cerca de
250 mil palestinos vivem em
Jerusalém Oriental. Apesar
disso, Israel considera toda a
cidade de Jerusalém como sua “eterna e
indivisível capital”. Os
palestinos, porém, querem Jerusalém Oriental como
a futura capital
do estado independente palestino, que deverá englobar a
Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Para a
realização desse sonho,
porém, o mundo precisa se levantar contra a limpeza cultural
liderada pelo Estado de Israel.
violência contra protestor anti-guerra
dia 17 Março 2007
Lincoln Memorial
Lamentável! Assim como tem sido em todos os
cantos domundo, os
ativista têm sido recebidos com violência pela
polícia. Mas aqui, a
situação é ainda mais chocante, pois
os ofensores são "cidadãos" de uma
mesma "pátria".
Não há mais senso de
coletividade. A
sociedade norte-americana é multi-facetada, já se
sabe disso de longa
data. Entretanto, agora, cada cidadão parece apenas
um caquinho de um
mosaico destruído. Cada um tentando se defender apenas com
as arestas
que lhe restaram...
Verdadeiramente, lamentável, para a
nação que se propõe
a conduzir a democracia (?) a todos os cantos do planeta.
"Sempre
que fazemos algo você me diz 'os Estados Unidos
vão fazer isso, os
Estados Unidos vão fazer aquilo'. Eu quero lhe dizer uma
coisa bem
clara: não se preocupe quanto à
pressão dos Estados Unidos sobre
Israel. Nós, o povo judeu, controlamos os Estados Unidos, e
os
estadunidenses sabem". Foi assim que o ex-primeiro ministro israelense,
Ariel Sharon, se dirigiu a Shimon Peres, atual vice-premiê do
Estado de
Israel, em 3 de outubro de 2001, na rádio israelense Kol
Yisrael.
O destino do povo estadunidense, ao contrário do que muitos
pensam, é dirigido pela influência judaica nos
Estados Unidos. Contra
os próprios votos oficiais de cidadania que os 300
milhões de
estadunidenses emocionadamente recitam pelo menos uma vez na vida, em
voz alta, que lhes garante a "liberdade de influências
inimigas
internas e externas" em seu país, Israel comanda a
política
internacional dos Estados Unidos hoje como nunca antes. Em novembro de
2006, o povo estadunidense colocou os Democratas no Congresso com a
esperança de dar fim à
ocupação ilegal do Iraque, trazendo as sofridas
tropas de volta para casa. Ao contrário disso,
porém, a democrata Nancy
Pelosi, atual Porta-voz da Casa Branca, sob pedido do primeiro-ministro
israelense, Ehud Olmert, e diretamente influenciada pelo Aipac
(Comitê
EUA-Israel de Assuntos Públicos), decidiu "revisar" a
permanência das
tropas estadunidenses no Iraque, em um ato que poderá anular
o efeito
causado pelos votos da "democracia" estadunidense.
O Aipac, fundado originalmente com o nome de "Comitê
EUA-Sionista de Assuntos Públicos", é amplamente
considerado como o
lobby de política estrangeira mais poderoso em Washington.
Seus 60 mil
membros distribuem milhões de dólares a
inúmeros membros do Congresso
situados em ambos os lados do corredor. Também investem em
uma rede de
cidadãos influentes em todo o país, os quais pode
mobilizar
regularmente para apoiar seu objetivo principal – assegurar
que não
haja separação entre as políticas de
Israel e dos Estados Unidos. Não é
por acaso que o Congresso vota de maneira tão determinada em
apoio a
Israel. O National Journal, revista semanal estadunidense sobre
política e o governo, posicionou o Aipac na segunda
colocação no seu
ranking de "organizações que mais influenciam a
política dos Estados
Unidos".
O mais recente assombro dos aliados Israel e Estados Unidos
é
o desenvolvimento nuclear do Irã. Apesar do enriquecimento
de urânio do
país estar de acordo com o Tratado de
Não-Proliferação
Nuclear e
ser anunciado pelo governo iraniano como um "desenvolvimento
energético
pacífico", a pressão israelense sobre os Estados
Unidos
culminou em
sanções econômicas ao país,
além das
contínuas ameaças de
intervenção
militar. Ironicamente, Ehud Olmert, um dos principais acusadores do
Irã, revelou recentemente que Israel oficialmente possui
armamentos
nucleares e, após protestos dos países do Golfo
de que "o
mundo deve
considerar o depoimento de Olmert uma ameaça global
à paz
e à
segurança", nada aconteceu. Pelo contrário,
Israel
negociou outros 100
milhões de dólares (do próprio bolso
do povo
estadunidense) em
armamentos com os Estados Unidos dias depois.
Antes tarde do que nunca, o povo estadunidense deverá
acordar
para o fato de que a sua liberdade é um mito, dependente da
"liberdade"
e das vontades de Israel. Bom será se isso acontecer antes
de uma
suposta invasão ao Irã, em que milhões
de vidas inocentes poderão ser
poupadas de um novo massacre baseado em uma outra mentira. Se Israel
quer uma guerra com o Irã, que prepare o seu
"exército mais moral do
mundo" para resolver seus problemas. Ao considerar a humilhante derrota
contra o Hizbollah no último verão,
porém, um ataque desse seria uma
loucura que os israelenses não deveriam arriscar. Enquanto
isso, o
embaixador francês em Londres questionou: "porque o mundo
aceita um
paisinho que causa tanto problema?". De fato, o problema
começa nos
escritórios de Washington.
WASHINGTON, 17
mar (AFP) - Dezenas
de milhares de pessoas participaram de
manifestação em Washington neste
sábado para pedir o fim da guerra no Iraque, quatro anos
após a invasão
deste país, durante "marcha em direção
ao Pentágono" para tentar
reviver a de 1967 contra a guerra do Vietnã, constatou uma
jornalista
da AFP.
Mais de 50.000 pessoas, segundo os jornalistas
americanos no local - a polícia recusou-se a dar estimativas
- deixaram
no início da tarde o centro da capital, não longe
da Casa Branca, para
se dirigirem ao Pentágono, em meio a muito frio.
Clique no link para ler a notícia completa no UOL
Lula diz: "A PF gostaria falar com o senhor
sobre essa sua amostra de mijo.".
Uma brasileirada bacana
visitou à Casa Branca
Dia 10 de Março, 2007
O Busho não aguenta à
Resistência McMarmita!
Dia 10 de Março, 2007
Valeu, Brasil!!!
Da lista boicotebush@yahoogrupos.com.br
No Ceará , também se ouviu
“Fora Bush”
Um boneco representando o presidente estadunidense George W.
Bush
foi pisoteado e queimado pelos manifestantes , na tarde de ontem, no
Centro de Fortaleza bem em frente ao MacDonalds.Partidos como PDT, Psol
, PT,a Central Única dos Trabalhadores e estudantes
realizaram
os protestos.
Ao som de marchinhas carnavalescas,o Dia Internacional das
Mulheres
começou na tarde de ontem com uma caminhada das mulheres do
Partido Democrático Trabalhista(PDT).Cantarolando e
movimentando
faixas e bandeiras,cerca de 80 pessoas que estavam concentradas na
Praça do Ferreira seguiram pelas ruas do Centro da cidade
rumo
à Praça José de Alencar,retornando
novamente para
a Praça do Ferreira para dar continuidade ao ato.Uma das
faixas
carregadas vinha com os dizeres:Solidariedade às mulheres
vítimas de violência e às
desempregadas.
Concentrados novamente na Praça do Ferreira,o ato
teve
continuidade com protestos contra a vinda do presidente George W. Bush
ao Brasil.A Central Única dos Trabalhadores(CUT),juntamente
com
a Central dos Movimentos Populares,União da Juventude
Socialista,União Brasileira dos Estudantes Secundaristas,
União Nacional dos Estudantes, Casa Chiquinha
Gonzaga,Sindicatos
da Alimentação,têxteis e dos
metalúrgicos,Centro Socorro
Abreu,Federação dos
Bairros e Favelas e Partido dos Trabalhadores fizeram uma caminhada com
cerca de 150 pessoas para a rua Barão do Rio Branco.Em
frente ao
MacDonalds, um boneco representando o presidente Bush e uma bandeira
dos EUA foram chutados e pisoteados por estudantes que finalizaram o
ato queimando o boneco.Para eles, essa foi a forma encontrada par
demonstrar que Bush não é bem-vindo. FONTE:
Jornal
“O Estado” , 09/03/07
==============================
Informes e correções:
- McMarmita: pouco antes do "tumulto" das
negociações para o protesto
entrar, uns 2 companheiros já tinham entrado no McDonalds e
ficaram
comendo marmita lá dentro, mas acabaram passando
desapercebido
- Pelados: embora a encenação de
peça-nudez na Paulista não tenha
acontecido, havia mais candidatos do que tinhamos encontrado: saiu
agora
ha pouco no Yahoo Noticias que a atriz e modelo Janaina tava na
paulista e
depois resolveu ir aos arredores do Hotel Hilton. Um oficial disse para
ela tirar a bandeira que a cobria para ele averiguar se não
estava
portando nada perigoso. Ela tirou a bandeira e ele encontrou: parte de
baixo de um biquini, tinta no peito escrito: "Out Bush" (fora bush).
Então
ela foi levada, pelo que (não) foi encontrado: disse a
policia que não foi
pelo protesto, mas pela ausencia de roupa. O advogado da atriz ironiza
dizendo que ela obedeceu a ordem para tirar o que a cobria.
Leia em:
- Mas hoje (com a participação do idealizador da
encenação de nudez) o
pessoal se reuniria agora (umas 9h) no monumento das Bandeiras
(Ibirapuera) para organizar uma "caça ao Bush", com o
objetivo de tentar
passar pelas barreiras para entregar ao Bush um premio.
- E reforçando: hoje também haverá
encontro para alguma atividade (por mim
acho que depois do confronto ontem na Paulista não
vão querer nem que
aproximemos do McDonalds, mas é apenas uma
opinião), Predio da Gazeta,
12h.
- Aliás querem saber? Eu (dedo, roteirista quadrinhos)
não consegui fazer
o fanzine sobre a guerra do Iraque a tempo, mas estarei lá
para mostrar
rascunhos e abrir para discussão se o material
está ficando bom. Será um
coquetel de pre-lançamento, então
apareçam por lá.
- E as 14:30 na praça da Sé: parece que foi
anunciado ontem no carro de
som que a comunidade muçulmana e Árabe de
São Paulo vai fazer uma ato na
frente da igreja.
==================================
Por volta de 12h pessoas comecaram a se reunir na frente do predio da
Gazeta. Faixas laranjas (o movimento humanista os confeccionou
madrugada
adentro) foram estendidas,
fiz na cartolina a denuncia de que nos arredores do hotel hilton
despejaram barracos pela seguranca do Bush. Muita gente, desde
estudantes
do Casper Libero, mulheres e um do mov. Sem-teto quiseram saber mais
pois
acharam um absurdo.
Levei um manequim (depois se alguem quiser para algum outro ato me
contate) que ficou com mascara de Bush. E eu tambem estava fantasiado
de
Bush.
14h resolvemos ir ate o McDonalds, com faixas e tudo. Ninguem estava
com
lanches/marmitas na mao (embora algumas tivessem levado), isso porque
nao
estavam querendo deixar entrar entao negociamos de varios jeitos. Nesse
aspecto, achamos que a presenca da midia ajudou no sentido do McDonalds
nao poderem simplesmente negar e dizer para ir embora. No fim, nos
poderiamos entrar, inclusive com faixas (e eu vestido de Bush)
acompanhado
da imprensa para consumir e sair em 5 minutos. So deu para comprar 1
agua
(1 unico copo foi nosso consumo prometido... p/ mais de 30 pessoas!!),
dar
uma volta, sentar um pouco e sair. Embora nao fosse permitido, a
imprensa
tirou foto e respondia aos segurancas para nao tocar neles (talvez eles
fiquem desafiando mesmo de proposito, mas eles podem, ne'). Enfim, nao
houve marmitada, mas pelo alvoroco provocado (muitos clientes ate foram
embora quando viram que tava tendo negociacao), apoios do pessoal, e
tal
foi um grande sucesso. Tanto que com o
pessoal que agromerou, logo ocupamos uma faixa em direcao a praca
Oswaldo Cruz.
O Teatro dos pelados nao rolou por falta de candidatos, e o manequim
acabou sendo vestido de Bush ao inves de ser usado ne peca. Nao
encontrei
a Gira que propos encenar o Bush viciado em seringas de petroleo. Mas
encontrei o Ney Jansen (OT), Mariana Cavalcante (apoio Prestes Maia) e
Anderson (hoje ele tava como reporter)
Fui muito assediado pela imprensa por causa da fantasia, pelo jeito
aparecerei ate no MTV Debate, etc.
A passeata foi muito maior do que imaginava e multicolorida, vi algumas
bicicletas da bicicletada tambem. Queria ter visto, mas nao vi do apoio
ao
squat la na Europa, mas era muito grande mesmo: Resolvi ir mais para
frente e depois resolvi parar para reencontrar o pessoal e demorou mais
de
meia hora, naquele protesto sem fim.
Quase chegando no objetivo (MASP) e que rolou algum confronto com
policiais que nao consegui ver direito, mas ficamos, com as bombas
chegando, com medo de que no Masp o pessoal ficasse tao encurralado que
tivessem de saltar naquele vao abismo atras do Masp. Felizmente a
presenca
do carro de com e outros evitou coisa pior.
Ate por causa do corre-corre perdemos alguns materiais, mas ninguem
muito
ferido (um ficou com machucado nao me lembro de que e uma menina
machucou
a orelha quando o brinco enroscou em algo)
Voltando a sede dos Humanistas (nossos heroicos parceiros), tentamos
ver a
TV e as noticias eram mais da repressao e do Aeroporto onde Bush esta
para
chegar.
Amanha (dia 9) estaremos de novo na frente do predio da Gazeta, 12h.
A notícia foi destaque no “Bom Dia São
Paulo”: numa fazenda de Riolândia,
na divisa entre São Paulo e Minas,
foram cortadas 140 árvores, mais 20 da fazenda vizinha, sem
autorização, e
ainda aterrou-se uma nascente.
Motivo: a fazenda fora arrendada para o plantio de
cana-de-açúcar. No
telejornal seguinte, o “Bom Dia Brasil”,
meu comentário era sobre as enormes chances do
álcool — ou etanol —
brasileiro.
Foi impossível não conectar as duas
notícias.
— Eles nem precisavam cortar aquelas arvorezinhas, eram
poucas — lamentou,
no intervalo, a apresentadora
Mariana Godoy.
O sargento da polícia ambiental ouvido na reportagem de
Samuel Barbieri
disse que esse tipo de irregularidade
está se tornando comum. Essa mesma usina, a Colombo,
já está sendo
investigada porque tem feito cortes sem
licença ambiental em outras sete áreas.
Precisar, o Brasil não precisa derrubar uma arvorezinha
sequer para se
firmar como o maior, mais competitivo e
pioneiro produtor de álcool combustível do mundo.
As avenidas que se abrem são largas; nunca foram
tão promissoras as
chances do produto brasileiro. Mas o quadro
mudou. Hoje, se crescer destruindo o meio ambiente, num mundo em que
haverá tantos competidores no mesmo
booming mercado, vai estar abrindo a guarda para o competidor exigir
barreiras verdes contra o país.
O espaço que o Brasil tem para crescer sua
plantação de matérias-primas
para os biocombustíveis é
impressionante: só na Amazônia, são 150
mil km² já desmatados e
degradados; no Brasil inteiro, são 500 mil km²,
lembrou, na semana passada, o cientista Carlos Nobre. Então,
é isto:
precisar, não precisa, mas o risco de que
o desmatamento avance é imenso.
Senhores usineiros, os senhores têm má fama. Vem
de longe, mas eu vou
pular a parte do Brasil colonial, do uso
do trabalho escravo nos engenhos, da dependência
crônica do Estado, do
vício patrimonialista. Vamos ficar só
nos problemas recentes: o Proálcool foi uma boa
idéia, mas ele foi
turbinado durante décadas por um volume de
subsídios assombroso. Provocou crimes ambientais
assustadores no Nordeste
e em São Paulo. Contas enormes foram
espetadas nos bancos públicos. E os grandes produtores
têm a mania de agir
como cartel, para forçar a alta de
preços. Pior: até em estados ricos, tem havido
flagrantes de trabalho em
condições subumanas.
A chance de purgar parte dos erros é agora, no contexto da
luta contra os
efeitos do aquecimento global: o
álcool poderá ser uma fonte importante de
redução das emissões de gases de
efeito estufa. De quebra, pode gerar
um volume enorme de divisas. Pode ser motor para aumento dos
investimentos, do emprego e da renda no país. Mas
é preciso romper com o passado e agir e pensar de maneira
totalmente
diferente.
A queima da cana produz uma fumaça particulada que faz
enorme mal à saúde
das pessoas. Mas qualquer lobista do
setor tem uma resposta pronta para isso: se tudo for mecanizado,
faltará
emprego para os cortadores de cana.
Convenhamos, senhores usineiros, isso mais parece chantagem. Que tal
investir nesse mesmo trabalhador e nos
seus filhos para preparálos para empregos de qualidade que
podem ser
oferecidos com o novo florescimento da
indústria sucroalcooleira; agora rebatizada de agroenergia.
Por que pensar
pequeno? Por que propor aos
brasileiros a eternização da tragédia
social? Isso lembra aquele argumento
dos escravocratas: quem cuidaria dos
escravos na velhice se acabasse a escravidão? Senhores
usineiros, queiram
mais, sonhem mais alto para suas
empresas, para seu patrimônio, para seus trabalhadores, para
o Brasil.
Assim poderão, realmente, contribuir para um novo momento do
país. Velhas
práticas têm que ser banidas;
simplesmente, erradicadas.
O contexto no qual o Proálcool surgiu era de
restrição da oferta de
petróleo; agora o objetivo é muito maior: a
redução dos riscos que o planeta corre.
Não faz sentido produzir o novo
combustível, chamá-lo de energia verde,
destruindo o verde nativo.
Num livro patrocinado pela Única, em papel reciclado, o
presidente da
associação que reúne os usineiros,
Eduardo Pereira de Carvalho, escreve: “O Brasil ingressa na
era
pós-petróleo disposto a provar que o etanol de
canadeaçúcar é, no presente, o melhor
combustível que o dinheiro pode
comprar neste século XXI.” O que o
dinheiro não pode comprar é o
patrimônio ambiental brasileiro se ele for
destruído.
Estão surgindo novos e modernos produtores, alavancados por
novos produtos
de engenharia financeira e com
discursos lustrados para impressionar os investidores em road-shows. Os
neo-usineiros podem até ter entendido o
risco que correm se cometerem crime ambiental, mas, se não
formarem uma
rede contra a exploração abusiva de
trabalhadores e a destruição do meio ambiente, as
velhas práticas dos
velhos usineiros pesarão contra a imagem
da produção brasileira como um todo. O cartel,
que o setor sabe tão bem
fazer, deveria virar uma união pelo
respeito rigoroso ao meio ambiente.
Que mal faziam aquelas 140 arvorezinhas de Riolândia, senhor
usineiro da
Colombo? O bem que faziam? Ora, eram
parte dos magros 20% de proteção que se exige de
qualquer propriedade do
Sudeste. E aqui nesta região é assim:
só nos restam os fragmentos.
NEGÓCIOS & CIA - Página 44
Flávia Oliveira
Contraponto do álcool
Já que é dia de visita do presidente americano
George W. Bush e a atual
corrente pró álcool é ainda maior que
no PróAacute;lcool, vale a pena o contraponto.
Tanto empenho em substituir os combustíveis
fósseis pelo ecologicamente
correto etanol, para reduzir a emissão
de gases de efeito estufa, pode dar em nada, se a expansão
das lavouras de
cana e milho resultarem em mais
desmatamento de florestas nativas. O alerta é de Carlos
Eduardo Frickmann
Young, economista e professor da UFRJ.
— Como o preço do petróleo
está acima do padrão histórico, os
combustíveis
alternativos tornamse economicamente
viáveis. Isso está deslocando a
produção para lavouras de milho (nos EUA)
e cana (no Brasil) para o etanol — diz.
O entusiasmo pelo combustível ecológico
é crescente no mundo. Os anúncios
de investimentos em usinas de álcool
no Brasil são ininterruptos.
A safra de milho deve crescer mais de 5% este ano, em razão
da alta
demanda pelo grão nos EUA. Para o
economista, se o aumento da área plantada resultar em
expansão
descontrolada da fronteira agrícola, em
particular no Centro-Oeste e no Norte brasileiros, o esforço
será em vão.
— A chave do sucesso dos biocombustíveis
é a garantia de que eles não vão
provocar mais desmatamento — resume.
A visita de Bush está marcada pela necessidade de
mudanças na política externa norte-americana.
Esta
é a hipótese levantada pelo CEPAT, o Centro de
Pesquisa e
Apoio ao Trabalhador, na análise de conjuntura divulgada
semanalmente e baseada em análises do Instituto Humanitas
Unisinos - IHU. Se os olhos de Bush estiveram durante anos voltados
quase exclusivamente para o Oriente Médio e seu
petróleo,
uma agenda marcada pelo tema dos chamados bio-combustíveis,
especialmente o álcool, demonstraria uma nova perspectiva.
É fato que os Estados Unidos tem carregado uma imagem
negativa
desde a não-assinatura do Protocolo de Kyoto e que hoje,
mais do
que nunca, é impossível ignorar as
conseqüências do aquecimento global. Mas a
possível
parceria Brasil-EUA para produção de etanol e
outros
combustíveis, não pode ser vista unicamente como
uma
preocupação ambiental, levando em conta que a
economia
norte-americana é responsável por aproximadamente
25% da
poluição no mundo. Também no Brasil a
questão ambiental não parece ser
prioritária. O
PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)
estima
investimentos de 50 bilhões de reais na Amazônia,
sem
considerar os impactos ou prever obrigações que
garantam
contrapartidas ambientais e sociais.
PROTEST EM SÃO
PAULO
Diversos informes do boicotebush@yahoogrupos.com.br
...
- Não haverá
distribuição de biscoitos ou marmitas gratis na
Operação
McMarmita, mas haverá marmitada (levem suas proprias
marmitas)
concentração no predio da gazeta, a partir de 12h
e pouco já estaremos
indo p/ lá
- haverá uma encenação
recriando os abusos cometidos por estadunidenses
nas prisões. Haverá nudez. Já houve
chamados p/ quem for se candidatar a
ficar pelado(a). Por enquanto já há 1 candidato
que disse sim, 1 que disse
talvez e 1 manequim (talvez haja outros/as). Candidatos procurem no
local
acima ou pessoas que estiverem carregando faixas feitas de material
laranja.
- O Fanzine do BBB (Boicote Bush Brasil) sobre a Guerra do
Iraque não
ficará pronto a tempo p/ dia 8, talvez para dia 9, aguardem
confirmação
para eventos p/ dia 9. (A intenção inicial era
promover um coquetel de
lançamento junto com o McMarmita, de qualquer forma,
não vamos
decepcionar!)
- Pessoas que tinham moradia irregular nas
imediações do hotel Hilton onde
Bush pode ficar tiveram seus barracos demolidos c/ apenas 1 dia de
aviso
previo: a prefeitura apressou a demolição pela
"segurança" (?!) mas não
apressaram em encontrar local para essas pessoas. Levarei cartazes com
fotos.
- no CMI, agora que é vespera, surgiram varias
noticias falando de
manifestações em outros locais: RJ, Brasilia,
Porto Alegre, etc.
- Ney Jansen avisa que a OT participará da marcha
das 15h e depois se
concetrarãop no MASP às 17h para 18h fazerem um
ato.
- Luddista avisa que haverá bicicletada contra
Bush e sua proposta do
Etanol (que favorece carros). Os ciclistas se encontrarão na
Praça do
Ciclista (final da Paulista) às 13h30
Olá á
todos,
O "homem do ano"
vem aí!
Nos dias 08 e 9 de
março o "bonitão"
estará em São Paulo para um encontro
com seu "amigo" Lula, em
uma turnê política pela América Latina.
Não podemos deixar sua visita
por aqui passar em
branco!!!
Queremos protestar
contra toda a
destruição e violência que Bush e sua
ações representam:
militarismo, guerras, exploração,
imposições culturais e
degradação do
meio ambiente.
Propomos organizar as Jornadas Anti-Bush,
com
debates, mostras de vídeo, palestras, festival de
música, stencils e
protestos como o McMarmita
(muitas
pessoas comerem a marmita dentro de um McDonalds na Av. Paulista) e TEATROS DE RUA
com o personagem "Bushada".
Tudo com muito ativismo,
indignação e
criatividade! Dê suas idéias e sua
colaboração também!
Já houve uma reunião no dia 24/02 e nela
conversamos de seguir
divulgando as Jornadas e principalmente convidando para o
próximo
encontro que será neste sábado dia
03/03,onde a proposta
é
fechar o calendário de ações para a
próxima semana.
No dia 08/03
(quinta-feira) haverá a marcha pelo Dia
Internacional da Mulher,
que
também contará com um protesto Anti-Bush.
A concetração da
Marcha é ás 15h
na Pça. Osvaldo Cruz
(no fim da Av. Paulista). O horário e local do McMarmita será
marcado na reunião de sábado.
Apareça lá!
Essa Grande
Reunião
do dia 03/03 será
ás18h30,
no LOcal Humanista - R. Albuquerque Lins, 306 -
á 50 metros do
metrô Marechal Dedoro. Tels: 3664 7331 ou 7416-7421 (Thiago),
Para todos que querem participar ativamente de atividades de
repúdio ao
que Bush representa é importante estar nesse encontro de
sábado.
Para um link direto para download da
Edição nº 46, clique no seguinte
endereço:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_46.pdf
Nesta nova edição, as manchetes são:
-
-A mão dos EUA na Somália
-
-"O Hizbollah está preparado"
- Resistência Iraquiana
- eventos da semana
E é claro, a continuação da
História dos Conflitos (Parte 46), tratando
da "Operação Entebbe" (1976).
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o
novo Fórum de
Discussão do Oriente Médio Vivo, no
endereço abaixo:
http://www.orientemediovivo.com.br/forum
Agradecemos desde já pelo interesse e
atenção.
Para qualquer outra informação,
sugestão ou comentários, não hesite em
entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br
Mais uma vez, obrigado.
Cordialmente,
Humam al-Hamzah
Oriente Médio Vivo